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Leituras e atividades de 2026

Filamentos CriaçãoGrupo para prática de escrita

Mensal, das 9h às 10h30 (necessária inscrição específica no Catarse)

 

Programa sujeito à alteração.

 

17 de janeiro

  • Como mudar tudo, livro de crítica da canadense Naomi Klein (trad. Isabela Sampaio)

  • Foi acabar bem na nossa vez, romance de Mariana Brecht

 

7 de fevereiro

  • Quando deixamos de entender o mundo, de Benjamín Labatut, trad. Paloma Vidal (2017)

  • Filme: 20 anos de Uma verdade inconveniente, de Al Gore (2006)

 

14 de março

  • Tema: plantation, representações na literatura

  • Vale a pena ler de novo: Visão das plantas, de Djaimilia Pereira de Almeida (2019)

 

11 de abril

  • Performances do tempo espiralar: poéticas do corpo-tela, de Leda Maria Martins

  • “Teia de aranha”, conto de Mariana Enriquez, trad. José Geraldo Couto (2017)

 

9 de maio

  • Maquinação do mundo: Drummond e a mineração, de José Miguel Wisnik

  • Filme: Rio de mulheres, dir. Cristina Maure e Joana Oliveira, 21 min. (2009)

 

13 de junho

  • Eloquência da sardinha: Histórias incríveis do mundo submarino, de Bill François, trad. Julia da Rosa Simões

  • Piquenique na estrada, de Arkady Strugatsky e Boris Strugatsky, trad. Tatiana Larkina

 

11 de julho

  • A árvore-mãe: em busca da sabedoria da floresta, de Suzanne Simard, trad. Laura Teixeira Motta

  • Filme: O último azul, dir. Gabriel Mascaro (2025)

Obras analisadas em 2025
  • Água viva, de Clarice Lispector

  • A vida das plantas, uma metafísica da mistura, de Emanuele Coccia, trad. Fernando Scheibe

  • A vida secreta das árvores: o que elas sentem e como se comunicam, de Peter Wohlleben, trad. Petê Rissatti

  • Carga viva, de Ana Rüsche

  • Migrantes, de Issa Watanabe

  • O desejo dos outros: uma etnografia dos sonhos yanomami, de Hanna Limulja

  • O despertar de tudo: Uma nova história da humanidade, de David Graeber e David Wengrow, trad. Claudio Marcondes e Denise Bottmann (p. 1 a 184)

  • O global e o planetário, de Dipesh Chakrabarty, trad. Artur Renzo

  • O pensamento vegetal: A literatura e as plantas, de Evando Nascimento

  • O rio dos jacarés, de Gustavo Roldán, trad. Thaisa Burani

  • Quimera, de Prisca Agustoni (poesia)

  • Quimeras do agora: literatura, ecologia e imaginação política no Antropoceno, de Ana Rüsche

  • Revolução das plantas: um novo modelo para o futuro, de Stefano Mancuso, trad. Regina Silva

  • “Meu tio o iauaretê”, conto de Guimarães Rosa

  • “O dilúvio” e “O instante da açucena”, contos do livro Alameda, de Astrid Cabral

  • “Perspectivas guarani sobre binarismos da colonização: caminhos para além das monoculturas”, artigo de Geni Núñez

  • “Voladoras”, conto de Monica Ojeda, trad. Silvia Massimini Felix

  • A trama das árvores, de Richard Powers, trad. Carol Bensimon

Obras analisadas em 2024
  • Bliss”, conto de Katherine Mansfield, trad. Nara Vidal

  • “Fazedores de desertos”, artigo de Euclides da Cunha

  • “No olho do furacão: plantation e contradomesticação”, artigo de Karen Shiratori, do livro O Antropoceno: sobre modos de compor mundos, org. Stelio Marras e Renzo Taddei

  • A Convenção dos Ventos, de Ana Primavesi

  • A terra dá, a terra quer, de Antônio Bispo dos Santos

  • Banzeiro òkòtó: Uma viagem à Amazônia Centro do Mundo, de Eliane Brum

  • “Má sorte”, conto de Paulliny Tort, publicado no livro Erva Brava

  • Escute as feras, de Nastassja Martin (trad. Camila Boldrini e Daniel Lühmann)

  • O acontecimento Antropoceno: A Terra, a história e nós, não ficção, de Christopher Bonneuil e Jean-Baptiste Fressoz, trad. Marcela Vieira

  • O decênio decisivo: propostas para uma política de sobrevivência, de Luiz Marques

  • Onde aterrar? Como se orientar politicamente no Antropoceno, de Bruno Latour, trad. Marcela Vieira

  • Os Despossuídos, de Ursula K. Le Guin, trad. Susana Alexandria

  • Terra viva: minha vida em uma biodiversidade de movimentos, de Vandana Shiva, trad. Marina Kater

  • Uma outra ciência é possível, de Isabelle Stengers, trad. Fernando Silva e Silva

  • Um estranho tão familiar: Teorias  e reflexões sobre o estranhamento na ficção, de George Amaral

  • Vidas secas, de Graciliano Ramos

  • Visão das plantas, de Djaimilia Pereira de Almeida

  • “Amor”, conto de Clarice Lispector, em Laços de família

  • “Teia de aranha”, conto de Mariana Enriquez, de As coisas que perdemos no fogo, trad. José Geraldo Couto

Obras analisadas em 2023
  • Aniquilação, de Jeff VanderMeer, trad. Bráulio Tavares

  • A parábola do Semeador, de Octavia Butler, trad. Carolina Caires Coelho

  • Cidades afundam em dias normais, de Aline Valek

  • Futuro ancestral, de Ailton Krenak

  • O cogumelo no fim do mundo: sobre a possibilidade de vida nas ruínas do capitalismo, de Anna Tsing, trad. Jorge Menna Barreto

  • O pensamento ecológico, de Timothy Morton, trad. Renato Prelorentzou

  • Viajantes do abismo, de Nikelen Witter

  • “Begônia”, novela de Daniel Galera, do livro O deus das avencas

  • “Conversatório sobre o Bem Viver”, entrevista com Mario Rodríguez Ibáñez

  • “Ficar com o problema: Antropoceno, Capitaloceno, Chthuluceno”, artigo de Donna Haraway, trad. Antônio Xerxenesky e Fernando Silva e Silva

  • “Semente”, conto de Illiana Vargas, trad. Cris Oliveira

Programa de 2022
  • A ficção científica ecológica: abraçar o estranho

  • A nomeação da catástrofe

  • Pertencemos à Natureza? A questão do corpo

  • A Sexta Extinção, devorando o planeta

  • Ecocídios em tempos de “paz”

  • Autoritarismo, militarismo e poluição

  • Inteligência e alienígenas em nosso Planeta

  • Poéticas do inominável

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